Fomos tomar o pequeno-almoço
no restaurante ao lado do Albergue. Foi um pequeno-almoço de pouca qualidade,
mas deu para enganar o estômago.
Tivemos que atravessar uma entrada para a auto-estrada, com muito trânsito - bastante perigoso!! Quando o fizemos, demos com um gatinho bebé preto a miar, miava desesperadamente, chegamos perto, ele atravessou as redes de um terreno e foi ter connosco, vimos que o gatinho estava cego com tanta ramela, limpei-lhe os olhos.
O Hugo bateu na porta da casa de onde o animal tinha surgido. A senhora disse que o gato não era seu, mas sim da vizinha. Esta senhora chamou a vizinha, esta chegou e tirou-me o gato das mãos. Eu disse-lhe para ela ir ao médico com o gato visto ele estar doente. Ficamos com a sensação que aquele bebé não iria ter muita sorte, mas nós também não o poderíamos levar para fazer o caminho.
Tivemos que atravessar uma entrada para a auto-estrada, com muito trânsito - bastante perigoso!! Quando o fizemos, demos com um gatinho bebé preto a miar, miava desesperadamente, chegamos perto, ele atravessou as redes de um terreno e foi ter connosco, vimos que o gatinho estava cego com tanta ramela, limpei-lhe os olhos.
O Hugo bateu na porta da casa de onde o animal tinha surgido. A senhora disse que o gato não era seu, mas sim da vizinha. Esta senhora chamou a vizinha, esta chegou e tirou-me o gato das mãos. Eu disse-lhe para ela ir ao médico com o gato visto ele estar doente. Ficamos com a sensação que aquele bebé não iria ter muita sorte, mas nós também não o poderíamos levar para fazer o caminho.
Esta etapa foi difícil, bastante difícil e bastante longa, tivemos duas subidas duras e longas rectas no meio de nenhures. Para piorar a situação, deparamos-nos com um lago no meio do caminho, eu fui com os dois pés à poça, o Hugo fez a habilidade de atravessar as duas Bikes sem se molhar e sem as afundar.
Depois de passarmos imenso tempo nestes caminhos, chegamos finalmente a uma localização chamada Vitorino de Pães, onde encontramos um restaurante de vila, era o local "in" desta terra, o ponto de encontro dos jovens e não só.
Vimos chegar uma carrinha com carne para o talho, o fornecedor deixou a carrinha aberta a apanhar com aquele calor, com os animais pendurados, o que causou ao nosso amigo Irlandês um pouco de nojo.
Depois de termos ficado por aqui a hora de maior calor, fizemo-nos à última montanha, que confesso, depois do almoço, de barriga cheia, ficou muito mais difícil de subir.
Ainda
descobrimos o Seara no meio da Serra ;)
A Chegada a Ponte de Lima é simplesmente maravilhosa, mas a recta para Ponte de Lima desesperou-nos, estava muito calor e quase não havia sombras depois de descermos da montanha.
O Albergue de Ponte de Lima é muito procurado, mas tem muitas camas, 20 camas por cada salão. O Albergue abre as portas às 17h, quanto mais cedo chegarem, maiores probabilidades têm de lá poder ficar. Pois não convém continuarem, no dia que se segue, vão apanhar a LABRUJA... o pesadelo do caminho.
Ficamos
nas águas furtadas, onde está a janela aberta.
O Hugo, o Zé e o
Cormac foram ao banho no rio... a água estava muito fria.
O Hugo diz que viu uma cobra a passear nos pés do Albergue, que medo. Pelos vistos há muitas por estas bandas, convém ter cuidado.
Com os nossos conhecidos, Zé e Cormac, fomos comer o famoso Arroz de Sarrabulho e os rojões no Restaurante Alameda, situado exactamente do outro lado do rio em frente do Albergue. Foi um desperdiçar de comida inexplicável, pois não sabíamos como eram as doses e pedimos duas... foi demasiado. Eu não sou fã deste arroz, dos rojões só comi a carne. As tripas não consegui comer :(
No Albergue havia um computador para uso dos peregrinos, assim conseguimos manter o contacto com o mundo via Internet.
Gostamos muito deste Albergue, é de confiança, confortável, para as camas é necessário uma manta ou saco-cama e uma almofada, porque não existe.
Esta foi uma boa etapa.O Hugo diz que viu uma cobra a passear nos pés do Albergue, que medo. Pelos vistos há muitas por estas bandas, convém ter cuidado.
Com os nossos conhecidos, Zé e Cormac, fomos comer o famoso Arroz de Sarrabulho e os rojões no Restaurante Alameda, situado exactamente do outro lado do rio em frente do Albergue. Foi um desperdiçar de comida inexplicável, pois não sabíamos como eram as doses e pedimos duas... foi demasiado. Eu não sou fã deste arroz, dos rojões só comi a carne. As tripas não consegui comer :(
No Albergue havia um computador para uso dos peregrinos, assim conseguimos manter o contacto com o mundo via Internet.
Gostamos muito deste Albergue, é de confiança, confortável, para as camas é necessário uma manta ou saco-cama e uma almofada, porque não existe.
Mapa desta etapa em pdf

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