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quarta-feira, 24 de julho de 2013

7ª etapa 02.07.2013

Ainda no albergue de Pontevedra tínhamos este quadro do caminho de Santiago, muito bom para se ter uma ideia da altura das subidas, tanto como também das localidades por onde passamos até chegar a Santiago.


Partimos em direcção de Caldas de Reis, mas antes tomamos o pequeno-almoço no mesmo restaurante onde tínhamos jantado.


 Partimos em direcção de Caldas de Reis, mas antes tomamos o pequeno-almoço no mesmo restaurante onde tínhamos jantado.



 Imagem de agradecimento de um peregrino.

Pontevedra é uma cidadezinha muito bonita, vale a pena o passeio, tem este rio que nos proporciona fotos lindíssimas.






Tínhamos uma etapa relativamente curta à nossa frente, apesar de termos ponderado irmos até Padrón, para assim termos menos que andar no nosso último dia, mas ficamos por Caldas de Reis e fizemos bem, pois tivemos direito aos banhos das termas.

Nesta etapa pedalamos mais, o terreno era mais direito com apenas uma subida, algumas subidas íngremes mas superáveis.



Esta cabaça em pedra estava perto de uma das igrejas onde fomos colher um dos carimbos do nosso passaporte de peregrino. Estivemos aqui na conversa com uns portugueses de Famalicão.

Seguimos por bastante tempo no meio de uma mata, com algumas subidas, mas foi superável, mas para sendo sinceros, nesta altura já tudo custa, as forças já começavam a ceder.



Finalmente chegamos à Cascata do Rio Briosa. Para se encontrar esta cascata temos que tomar atenção, pois não está assinalada, temos que sair do nosso caminho cerca de 200 metros, atravessar a estrada nacional e ir visitar a reserva natural (aparece um placar de madeira a indicar a reserva natural). Pelo que nos contaram, a água era muito fria, mas vale a pena esta fuga do caminho.



Finalmente chegamos a Caldas de Reis, a Isabel já não conseguia andar mais, fomos então seguindo as setas e demos com o Albergue. Chegamos bastante cedo, fomos uns dos primeiros a chegar. Chegamos à hora do almoço. Fomos almoçar aos 3 Jotas, temos que dizer que não vale a pena irem comer aqui. Foi caro e não estava muito bem preparado.



Em Caldas de Reis existe um vulcão, o qual proporciona aos habitantes água quente para beber, que podem tirar desta fonte. Ainda existem umas termas mas que teríamos de pagar para visitar, mas além dessas termas existe um tanque com água com 42 graus de temperatura, onde os habitantes podem ir molhar as pernas e não só. ;)



Neste tanque que foi adaptado de um velho tanque de lavar roupa para um tanque termal. As pessoas colocam as pernas nesta água e sentem as pernas muito mais leves após este banho. Este tanque tem um pouco de limos que faz escorregar, o que é natural.




Chegada ao nosso albergue, tínhamos este riacho do lado.


Depois do almoço, fomos para o tanque, o Hugo mergulhou completamente no tanque, foi um alívio para o corpo, depois deste banho uma pessoa sente-se renovada. A Isabel só teve coragem de molhar as pernas, mas ainda assim ia escorregando.


O Albergue desta etapa era muito simples, foi o mais simples da Espanha, pagamos 6 euros, mas tivemos mais contacto com outros peregrinos, na maioria portugueses e devido a isso foi muito acolhedor.

Fomos às compras no supermercado, compramos pizzas que aquecemos no microondas do abrigo e preparamos uma salada deliciosa.

Ficamos na conversa com os portugueses até tarde, estivemos a trocar ideias e experiências, foi bastante divertido, mas tínhamos que ir descansar pois no próximo dia esperava-nos o último esforço do caminho.

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